Saiu hoje, no caderno Internet do Jornal O Dia, uma matéria com essa anã ruiva que vos escreve, falando sobre mulheres que trabalham com informática. Para que quiser ler, copiei aqui. E sim, teve foto, mas depois eu coloco, ok?
De salto alto, e daí?
Meninas informatas querem seu espaço no mundo hardware
Alessandra CarneiroRenata ainda sofre preconceito por trabalhar na área de hardware
Cada vez mais as mulheres ocupam espaço antes só gerenciado por homens. No mundo da informática não é diferente. Na semana do Dia Internacional da Mulher, algumas meninas mostram como lidam com o preconceito no dia a dia, enquanto provam que entendem – e muito! – de hardware.
Renata Rocha, por exemplo, é a única mulher na equipe de suporte tecnológico na empresa em que trabalha. Ela monta máquinas, instala e configura programas e resolve a maior parte dos problemas técnicos da empresa. “Mesmo assim, tem gente que me ignora. Alguns funcionários mandam e-mails apenas para meu chefe, por mais que ele peça para que enviem cópia para mim”, lamenta.
Muitas vezes, o esteriótipo rende boas risadas. “Entrei numa loja, pedi um cabo IDE round e me disseram que provavelmente anotei o nome errado, porque não existem cabos “lounge’”, diverte-se. “Tentei explicar que cabos round são melhores para organizar as coisas dentro do computador, e ajudam na ventilação interna, mas não convenci o vendedor. Ele insistiu que consegue ser organizado sem os tais ‘cabos lounge’, e tentou me vender um cabo flat”, conta Renata que, nas horas vagas, Renata ainda participa do grupo Linuxchix, voltado para promover a inclusão digital de garotas, e organiza eventos de tecnologia nos quais os palestrantes são preferencialmente mulheres.
“A idéia é mostrar que dá pra você ser mulher e entender de computador, sim”, afirma. O próximo evento acontece dia 30 de abril, em Belo Horizonte.
Mônica Augusto, 27, também sabe o que é ser tratada como “sexo frágil”. Com um laptop e muitos cabos nas costas, ela chegou ao local que havia solicitado o serviço de sua empresa, mas esbarrou com funcionários incrédulos. “Me perguntaram se eu era da equipe de legendagem. Quando respondi que sim, eles se assustaram e retrucaram: ‘mas quem vai montar tudo isso?’”, lembra.
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Essa história do cabo round é lendária….
Há aqui no trabalho também esquecem de mandar copia pra min também dos e-mails :(
Abraços
Tinha q contar a história do cabo flat…
Já vi a foto. Coisa mais linda! Beijo em vc.