Claro que Murphy não ia se esquecer de mim. Trabalhar a 300 metros de casa, num Pentium 4HT, monitor de tela plana e de brinde ter o chefe mais bem vestido do mundo – se eu fosse ele, virava personal stylist, ia trabalhar bem menos e ganhar bem mais – não ia vir assim, sem nenhum complô da natureza. Obviamente, minha gripe não é gripe, e sim alergia aos materiais de obras e limpeza utilizados aqui, e eu sou alérgica também a antialérgicos em geral, portanto é alergia ou… alergia! Não é espetacular?
Além disso, temos um incrível firewall Checkpoint para fazer nossa VPN que não sabemos configurar, e o cara de NY que nos ajudaria a configurá-lo está no hospital, portanto, VPN nem tão cedo. E mais: hoje passamos a manhã inteira sem rede por conta de problemas com o switch.
Pra completar, eu me arrependo amargamente de não ter comprado meu processador em dezembro, quando ele custava R$380. Hoje ele custa R$450. Quê, o dólar caiu e o natal já passou? E daí? Os preços têm personalidade e não querem descer de jeito nenhum, ora bolas.
E isso tudo porque eu nem quero pensar nos complôs armados contra minha vida pessoal. Melhor esquecer todos os problemas, entrar de cabeça na dieta e economizar reais, porque nem viajar no carnaval eu vou conseguir – eu fiquei horrorizada demais com os preços das pousadas distantes da folia. Melhor guardar mais reais e, quando for for viajar, que seja pra outro país.
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Quanto ao processador, eu também queria um Barton, e resolvi dar uma pesquisada nas lojas. Depois de alguns resultados decepcionantes, resolvi conversar com um vendedor e ele me falou que a AMD pretendia tirar o XP do mercado. Eu falei: “Não pode ser. O amd64 é muito caro e o Semprom é muito fraquinho” mas ele deu de ombros e falou que era isso mesmo, e que o que se pode encontrar nas lojas hoje são os Bartons que sobraram no estoque. Talvez por isso a subida de preço. Eu já estou tentando ver uma configuração alternativa com P4.