Skol Beats
Sábado foi dia de festa e teve Skol Beats. Há muito tempo eu não ia a shows porque há muito tempo não havia shows com preços pagáveis - a inteira do Skol Beats foi R$80 e era um eveinnnto enorrrme, com atrações para todos os gostos. Então, lá estávamos, Fabio e Sula, após um tour por Osasco (ah, as placas de trânsito) num FRIO CONGELANTE (devia estar uns 13 graus, mas com o vento a sensação térmica era de -13) para o local.
Bem, o local do Eveinnnto. Eu sou carioca. Trabalhei um bom tempo da minha vida na Praça Onze, num lugar chamado Teleporto, pertinho do Sambódromo do Rio. E a parada foi no Sambódromo de São Paulo. É meio que uma quebra total de conceitos você, carioca, ir ao Sambódromo de São Paulo. Sabe, arquibancadinhas pequenas, sem a Apoteose lá na frente, é estranho. Embora o lugar seja realmente grande, não é infinito como o Sambódromo do Rio. É… bem… é outra coisa. É curioso.
Aí eis que estacionamos no estacionamento do Skol Beats, e nos dirigimos a um portão. Somos impedidos de entrar. “Só pode entrar pelo portão que está marcado no seu ingresso, que fica lá do outro lado”. Ok então. Coisa mais idiota. No caminho encontramos várias pessoas que também tinham ido para o nosso portão e foram encaminhadas para o outro. Depois desse nonsense, entramos e aí, foi só alegria.
O primeiro show era o Montage. Montage é legal, mas sinceramente, não fui ao Skol Beats assisti-los. Até o Fabio já tocou com eles. Hora de um passeio para ver o que tem. A primeira tenda é muito tuntistum pra mim, cinco minutos e cansei. A Tenda Skol Beats tocava algo mais legal, dancei, esquentei, mas depois trocou o DJ e resolvemos voltar para o palco principal.
Ah, o palco principal. Chegamos lá e estava o MixHell - Igor do Sepultura, som extremamente pesado, muita vontade de pular. Excelente, não esperava isso. O final foi muito, muito bom. Eles só precisam de um VJ novo, o deles é muito repetitivo.
Depois a pista encheu loucamente, para o esperadíssimo show do Justice e…. e… e… eu fiquei esperando um ponto alto que não chegou nunca. A versão de DANCE foi fraquinha e eles destruíram DVNO. Pediram para bater palminha, que mané bater palminha, vocês detonaram DVNO, seus barangos. Saí antes do final do show para dar uma relaxada, comi morango com chocolate na praça de alimentação e voltei para ver o Pendulum…
Cara, o Pendulum. Sem palavras para descrever. Foi humilhante. Pulei loucamente até os pés começarem a doer.
Infelizmente o Digitalism estava marcado para 3 da manhã, e não deu para ficar mais.
Espero que o line-up do próximo ano seja tão bom quanto este. Eu só não tenho mais paciência para playboys bêbados. Principalmente num evento que só vende cerveja, que eu não bebo - resultado da noite: só água.


Você não mencionou que ainda aumentamos a fama de antipáticos dos paulistas :)
Buáá… cheguei no finalzinho do Justice… mas tava legal… achei seu post pelo google, procurando por comentários sobre o Skol, e… curti seu post! ;-)