Nos idos de 1997 ou 1998, não lembro bem, entrei no escritório de uma amiga e gostei do que ela estava ouvindo e pedi o CD emprestado. A amiga, Carolina, deve se arrepender de ter me emprestado o CD porque eu recentemente o encontrei aqui em casa – foi mal, Carol, eu jurava que tinha devolvido. O CD em questão era o primeiro dos Madredeus, e a partir dele eu virei fã dos portugueses fazedoires de algo que é meio fado, mas é meio algo que não sei definir também.
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Alguém me ajude. Quinta feira eu assisti ao fantástico DVD de clipes do Michel Gondry e nele tem um clipe de uma musiquinha da Kylie Minogue (que é apenas quatro centímetros mais alta que eu) chamada Come Into My World. O DVD é lindo e Michel Gondry é Deus, mas o problema é que desde então eu estou com a música da Kylie Minogue na cabeça e mesmo a tendo ouvido em loop e estando recém-chegada de uma festa góteca eu não consigo tirar a unclefucker Come Into My World da cabeça. Dessa forma, eu cheguei da festa às quatro e meia, e estou aqui ouvindo aquela vozinha de Minnie Mouse pseudo-sexy cantando “Come… come… come into my world” em loop e lembrando do clipe. Culpa do Michel Gondry. Acho que vou processá-lo. Ainda se fosse Bachelorette…